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quinta-feira, 28 de março de 2013

O maior rompimento de geleira já filmado.

 

Derretimento de glaciar na Groenlândia demorou 75 minutos.

O evento durou 75 minutos, período em que o bloco de gelo recuou 1,6 quilômetro no comprimento e 4,8 quilômetros na largura.
A gravação feita por Adam LeWinter e Jeff Orlowskiirá integra o premiado documentário "Chasing Ice" (Perseguindo gelo, em tradução livre), recém-lançado nos cinemas do exterior.

Segundo reportagem do site Earth Sky, as imagens chamaram a atenção dos produtores, que disseram que a dupla testemunhou o maior rompimento de geleira já registrado. No filme, especialistas comparam o gelo que se desprendeu ao tamanho da ponta inferior da ilha de Manhattan, em Nova York.

 

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Guia de Compras em Santiago

 

Fonte: Snowbrasil

Grande parte das pessoas farão uma Snowtrip para algum destino no Chile, como Valle nevado, Chillan, Portillo ou Pucon, passará por sua capital, Santiago. Para ajudar àqueles que precisam, de última hora, adquirir algum equipamento ou acessório, além de roupas e eletrônicos, trazemos aqui um guia com os principais endereços na cidade. Dois bons lugares para começar são os 2 grandes shoppings da cidade - Alto Las Condes e Parque Arauco. Como lojas abrem e fecham, recomendamos verificar antes de ir direto aos endereços. Boas compras e aproveite a neve!

La Bolsa Del Ski
Encontra-se equipamento para ski e snowboard, além de outros esportes de ação.
Site: http://www.labolsadelski.cl
Loja 1 - Av. Las Condes Nº 7360 – 7322 Tel. (56 2) 2466874 - 2020615
Loja 2 - Candelaria Goyenechea Nº 3820 Local 152 “Plaza Lo Castillo” Tel.(56 2) 2087669


Nautisport
Encontra-se equipamento para ski e snowboard, além de outros esportes de ação.
Site: http://www.nautisport.cl
Av. Las Condes Nº 8606 - Tel. (56 2) 2294093
Lojas no MallSport
É um shopping com diversas lojas de esportes. Encontra-se equipamento para todos os tipos de esportes incluindo ski e snowboard. É lá também que fica a Wave House com a onda artificial.
Site: http://www.mallsport.cl
Av. Las Condes 13451, Santiago - Tel 56 2 429 3030
7veinte
Equipamento e roupas para snowboard e outros esportes de ação. Revendedora Burton, Analog, Da Kine, etc.
Cream
Equipamento e roupas para snowboard e outros esportes de ação. Revendedora Technine, Signal, etc.
Wetfly
Equipamento e roupas para snowboard e outros esportes de ação. Revendedora Forum, Special Blend, Foursquare, Spy, etc.
Patagonia
Roupas e acessórios para esportes incluindo neve
Lojas no Shopping Alto Las Condes
Site: http://www.cencosudshopping.cl/altolascondes/
Av. Presidente Kennedy 9001, Las Condes – Santiago
7veinte
Equipamento e roupas para snowboard. Revendedora Burton, Analog, Da Kine, etc...

Rip Curl

Além de roupas e equipamento de surf é possivel encontrar casacos, luvas e outros acessórios para a neve
Quiksilver
Além de roupas e equipamento de surf é possivel encontrar casacos, luvas e outros acessórios para a neve
Columbia
Roupas e acessórios para a neve
Andesgear
Roupas e acessórios para a neve
Lojas no Shopping Parque Arauco
Site: http://www.parquearauco.cl
Av. Presidente Kennedy 5413, Las Condes – Santiago
Adrenalin
Encontra-se equipamento para ski e snowboard, além de outros esportes de ação.
The North Face

Roupas e acessórios para a neve
Quiksilver
Além de roupas e equipamento de surf é possivel encontrar casacos, luvas e outros acessórios para a neve
Columbia
Roupas e acessórios para a neve
Volcom
Além de roupas e equipamento de surf e skate é possivel encontrar casacos, luvas e outros acessórios para a neve
Oakley
Goggles para ski e snowboard além de casacos, mochilas e outros produtos para neve
Lojas Outlet no Buenaventura Mall
Av. San Ignacio N°500, barrio industrial Buenaventura, Comuna de Quilicura
The North Face
Roupas e acessórios para a neve
Billabong
Além de roupas e equipamento de surf é possivel encontrar casacos, luvas e outros acessórios para a neve como Goggles Von Zipper
Columbia
Roupas e acessórios para a neve
Lost
Além de roupas e equipamento de surf e skate é possivel encontrar casacos, luvas e outros acessórios para a neve
Oakley
Goggles para ski e snowboard além de casacos, mochilas e outros produtos para neve

Fonte: Snowbrasil

sábado, 30 de julho de 2011

Driblando o vulcão, estações de inverno do Chile oferecem pistas perfeitas e banhos termais

 

Autores: Ana Lucia Azevedo (ala@oglobo.com.br), Alexandre Cassiano (alexandre.cassiano@oglobo.com.br) e Fernanda Dutra (fernanda.dutra@oglobo.com.br)

Teleférico leva para o alto da estação de esqui na base do vulcão de Villarica, em Pucón, no Chile/ Foto de Alexandre Cassiano

PORTILLO - Cercado por alguns dos gigantes mais imponentes das Américas e encravado na face sul dos Andes, que recebe de frente o vento gélido da Antártica, Portillo não tem TV por um abençoado capricho de seu proprietário e se rendeu a contragosto ao wi-fi. É um lugar para esquiar, respirar a cultura da neve e compartilhar pistas - e desafiadoras encostas não demarcadas - com alguns dos maiores nomes do esqui mundial. Se, na realidade, você não gosta de esqui e de snowboard, melhor procurar outras paragens. Mas se a neve é a sua praia, este é o lugar. Dias de sol e neve pó (seca e perfeita) garantem boas descidas. Já outras estações chilenas investem na diversidade. Chillán tem terapias com lama vulcânica em seu spa e passeios de snowmobile em pistas junto a florestas. Pucón é famosa por formações que fazem snowboarders delirar e oferece banhos termais em águas aquecidas pelo vulcão Villarrica. E Valle Nevado - que nesta temporada abriu mais tarde porque a neve chegou com atraso - é sempre uma opção próxima a Santiago.

A Laguna do Inca, com os Tres Hermanos ao fundo: vista do quarto de Portillo, no Chile/ Foto de Ana Lucia Azevedo

Reza a lenda que a Laguna do Inca, o lago glacial no centro do vale de Portillo, em frente ao hotel que sedia a estação homônima, é encantada. Guarda a magia da princesa inca Kora-Lle. Ela morreu de amor e seu espírito vive no lago. Mas, se espíritos existissem, imagino que habitariam as montanhas. A princesa flanaria pelas encostas nevadas, desceria o platô de Portillo animada. Não fica bem para uma princesa ser um fantasma atormentado de fundo de lago. Melhor ser o vento que traz o frio e a neve e, consequente, a vida para a estação.

Portillo é muito mais jovem do que os incas, mas orgulha-se de ser a mais antiga e tradicional estação de esqui da América do Sul, data do fim dos anos 40. Foi a família do atual proprietário, o americano Henry Purcell, que viu no vale mergulhado nas sombras dos Andes o local perfeito para um empreendimento do gênero. Apostou alto e ganhou. Seu hotel amarelo domina o vale, a 2.880 metros de altitude, a apenas seis quilômetros da fronteira com a Argentina.

Hoje Purcell recebe em sua estação estrelas do esqui, como a americana Lindsey Vonn, um dos maiores nomes do esporte no mundo. Lindsey, como tantos outros, vai aos Andes atraída pela boa neve e encostas desafiadoras, embora Portillo também tenha pistas para iniciantes e intermediários. A estação se dá ao luxo de manter um magic carpet, trivial nos Estados Unidos mas raridade nos Andes. Trata-se de uma esteira que leva esquiadores a pistas fáceis - uma bênção para quem se inicia no esqui e no snowboard. Isso associado a uma estrutura voltada diretamente para o esporte e a troca de experiências - Purcell continua firme na recusa em permitir TV por lá, pois atrapalha o convívio - dá a Portillo uma atmosfera diferente das demais estações.

- Investimos em tecnologia, mas não abrimos mão da tradição. Não é um lugar para multidões, mas para quem ama a cultura da neve, do esqui - diz ele.

Portillo fica no fundo do vale, a 2.880 metros e sua pista mais alta sobe a 3.310 metros. É cercado por gigantes da Cordilheira Central dos Andes. São montanhas como Ojos de Água, de 4.222 metros, onde fica a mítica pista Roca Jack. Ao longe se vê La Parva (4.831 metros) e os Tres Hermanos (4.751, 4.595 e 4.274 metros). Eles formam paredes de gelo, neve e rocha cuja imensidão se rende sob a majestade do Aconcágua, ponto culminante das três Américas, com 6.962 metros, bem perto dali, na vizinha Argentina. No inverno até mesmo o Sol parece se intimidar nessa terra de gigantes. O resultado é um paraíso para o esqui, com neve seca nas encostas, e dias de bom tempo. O alvorecer e o crepúsculo são luzes indiretas, o Sol nasce e se põe atrás das montanhas, dando-lhes uma moldura dourada.

Os dias são ensolarados - a secura do centro dos Andes garante a Portillo bom tempo em 80% do ano - mas o sol só incide diretamente sobre as encostas por pouquíssimo tempo no inverno. Com isso, a neve não derrete. Ou seja, há boas condições climáticas e considerável quantidade de neve. Prova disso é que Portillo foi a única estação chilena com neve suficiente para abrir no fim de junho, quando todas as demais estavam fechadas.

Para esquiadores experientes, como a suíça Heidi Knaus, as montanhas ali têm magia.

- O espírito dessas montanhas está em toda parte - diz Heidi, figura lendária do esqui.

Quando tinha 5 anos, ela ia para a escola esquiando. Morava no vilarejo de Unterwasser, nos Alpes suíços. E esquiava para fazer praticamente tudo. Hoje, 54 anos depois, Heidi continua a esquiar por ofício e diversão. No inverno do Hemisfério Norte permanece nos Alpes natais, mas mudou-se para a badalada St. Moritz. No nosso inverno troca os Alpes pelos ainda mais grandiosos Andes. Dá aulas com empolgação e confiança de níveis estratosféricos e confidencia sua paixão por esquiar em noites de Lua cheia.

Pinguins em ação: à noite, no meio das pistas, a equipe nivela o piso e faz neve, quando necessário em Portillo, no Chile/ Foto de Ana Lucia Azevedo

Magia ou não, as pistas não amanhecem impecáveis por obra de princesas incas ou espíritos similares. É trabalho de gente de carne e osso, a equipe comandada pelo americano Michael Rogan. Desde 1989 em Portillo, Rogan sabe tudo de neve. Ele até faz neve. Já foi instrutor de esqui, diretor da escola da estação e hoje é vice-diretor geral. Comanda os "pinguins" que entram em ação quando as pistas fecham e a noite chega. Pinguim é o apelido carinhoso com que Rogan chama os operadores de trator de neve e outros homens que suportam temperaturas negativas madrugada adentro para preparar as pistas. Eles abrem vias em encostas íngremes, tiram blocos de pedra e gelo do caminho. E ainda operam os canhões de neve que entram em ação quando a natureza tira folga.

É um trabalho duro e gelado. Os homens se revezam em turnos de duas horas, limite para trabalhar em segurança em condições hostis, no escuro das noites geladas dos Andes. A única luz depois que o Sol se vai é a dos faróis dos tratores e das lanternas. Muitas vezes, o trabalho só acaba com a volta do Sol, já dia claro, antes de as pistas abrirem.

- Só mesmo tendo disposição de pinguim. É muito frio - diz Michael Rogan.

Um desses homens é Angel Custodio Caiceo, operador de trator de neve há 19 anos e motorista profissional há 38. Como seus companheiros, ele também é um esquiador experiente, que conhece bem as montanhas onde trabalha. E. melhor ainda, o trator cheio de controles sofisticados. Mas fazer neve é um trabalho que mistura técnica e intuição. Ela é produzida quando jatos d'água bombeada do lago são aspergidos no ar gelado, formando uma neblina que se torna neve ao cair.

- A receita de neve inclui temperatura, vento, umidade do ar e gente certa na hora certa - diz Rogan - É frio, mas maravilhoso também.

Cinza para exportação

Este não foi o primeiro ano em que vulcões chilenos cobriram de cinzas as estações da Argentina. Em junho, por obra do vento, as cinzas dos vulcões do complexo de Puyehue-Cordón Caulle foram levadas para o outro lado dos Andes e afetaram Bariloche, Chapelco e até mesmo a distante Ushuaia, no extremo Sul do continente. Enquanto isso, Portillo continuou branca e acessível. E as estações do Sul chileno como Chillán e Pucón nem de longe tiveram os problemas argentinos.

Em 2010 o Chaitén, no Sul chileno, entrou em erupção após dois mil anos de sono. Ele causou problemas na cidade homônima. Mas as estações chilenas escaparam enquanto Bariloche amargou prejuízos, coberta de cinzas.

Quente e frio: em Chillán, águas termais e passeios de moto

Spa com tratamentos em águas termais é um dos maiores atrativos da estação de Chillán, no Chile/ Foto de Fernanda Dutra

Nos fins de tarde no Gran Hotel do resort de esqui Termas de Chillán, a 450 quilômetros ao sul de Santiago, as pesadas roupas térmicas dão lugar a trajes de banho. Depois de curtir o dia nas pistas, nada melhor do que assistir ao pôr do sol entre os picos nevados da Cordilheira dos Andes na piscina de águas termais, com uma temperatura média de 37ºC.

A viagem é longa: de Santiago, ou se pega um trem em uma rota que leva cerca de cinco horas; ou um avião até Concepción (50 minutos de voo) e então um transfer para mais 2h30m na estrada. Mas vale a pena: só nos últimos quilômetros até o Gran Hotel se vê a neve. Ao redor, a floresta é frondosa, com árvores frutíferas que colorem a paisagem, como que enganando os olhos para a imensidão branca logo à frente. Cachoeiras e rios chamam a atenção em meio à montanha. Na chegada, o pisco sauer (a caipirinha chilena, com aguardente de uva, clara de ovo, açúcar e gelo) recebe os hóspedes - cortesia comum na região.

Indicado para o World Travel Awards de 2011 como o melhor resort de esqui da América do Sul, o Termas de Chillán se diferencia por apostar tanto nas atividades outdoor como nas indoor. Quem esquia tem mais de dez mil hectares para explorar na região - com pistas em quatro níveis de dificuldade (para iniciantes, fácil, intermediário e difícil). Quem não esquia pode passar o dia na piscina ou no spa, cujo carro-chefe são as terapias com lama vulcânica. Mas um dia perfeito em Chillán alia os dois tipos de atividade. Nada como voltar da montanhas direto para as águas aquecidas. Ou fazer uma massagem relaxante depois de esquiar.

Dentro do resort, há duas pistas para iniciantes - uma onde os pequenos a partir de 4 anos descem sem embaraços; outra mais íngreme e desafiadora. Em comparação a outras cidades chilenas famosas por suas pistas, Chillán está mais abaixo, a 1.525 metros do nível do mar - o que, segundo os instrutores, torna o clima mais ameno e mais fácil de encarar sobre o esqui. Nos pacotes, normalmente estão inclusas aulas a quem não sabe esquiar. Antes de se aventurar, aproveite algumas dicas.

Para os mais experientes, há uma estrutura com 32 pistas, incluindo a mais longa da América do Sul, a Três Marias - com 13 quilômetros de extensão (que é considerada fácil), e nove teleféricos. Essa área é pública, e administrada pelo resort Nevados de Chillán. O passe diário custa 30 mil pesos, o equivalente a R$ 100. Os meios de hospedagem da região oferecem transporte regular para as pistas durante o dia.

Passeios de snowmobile em Chillán, estação no Chile, duram cerca de 15 minutos/ Foto de Fernanda Dutra

Unanimidade entre experientes e iniciantes é o passeio sobre as snowmobiles (R$ 16), as motos de neve. O roteiro dura pouco mais de 15 minutos e dá para dirigir ou subir na garupa, com veículos para os adultos e especiais para os pequenos. A velocidade não passa muito dos 40 quilômetros por hora. E é uma boa forma de conhecer a região, curtindo a paisagem sem a exigência dos esquis de se manter sempre alerta; além da delícia de sentir o vento frio no rosto.

Até 2007, a concessão para explorar as montanhas e os vulcões da região - o Viejo e o Nuevo, que ficam a sete quilômetros da estação de esqui - estava a cargo de Termas de Chillán e as piscinas coberta e descoberta do Gran Hotel eram abastecidas com a água sulfurosa encanada a partir dos vulcões. Desde então, as águas passaram a vir de fontes termais mineralizadas, ricas em cálcio.

Mas, se as propriedades medicinais do enxofre não estão mais nas águas, nas terapias com lama vulcânica é possível aproveitá-las ao máximo. Há tratamentos de fangoterapia só para as mãos (indicada para quem tem artrite), para o rosto (a única em que a lama é resfriada) e para o corpo inteiro. A diretora do spa, Ines Trancoso, ressalta os benefícios estéticos e medicinais:

- Antigamente, as pessoas iam diretamente às fumarolas, fendas próximas aos vulcões de onde saem vapor e lama. Além do enxofre, há magnésio, ferro, zinco, fósforo e silício com propriedades anti-inflamatórias, calmantes e estimulantes. Esteticamente, a lama trata celulite e envelhecimento da pele.

O tratamento mais tradicional, para o corpo inteiro (R$ 92), dura cerca de 40 minutos e não é muito confortável já que, além da lama, você está envolto em plástico e papel por uns 20 minutos. Mas é surpreendente como a pele fica lisinha depois - o tipo de terapia que, regularmente, faria um bocado de gente hesitar diante do botox.

O relaxante encontro das águas de Pucón

A chegada a Pucón, após quase dez horas de viagem de ônibus, é recompensada pela bela paisagem. Do terminal rodoviário já é possível avistar o vulcão Villarrica completamente coberto de neve e um sinal de boas-vindas: uma bandeira do Brasil pendurada na janela de um dos hotéis que ficam no Centro. A cidade com construções baixas e feitas de madeira conta com uma estrutura muito boa de lojas de roupas e equipamentos para neve.

Caminhando por alguns minutos logo se percebe, através dos anúncios nas portas das várias agências, o que a região pode oferecer. São muitas as ofertas de passeios guiados, que vão desde banhos em águas quentes das várias termas dentro do parque até uma subida à boca da cratera do Villarrica, passando, claro, pela estação de esqui.

Nas Termas Geométricas, piscinas com temperaturas de 40°C: água vulcânica misturada à de degelo em Pucón, no Chile/Foto de Alexandre Cassiano

Para quem quiser experimentar um banho nas águas aquecidas pelo vulcão, vale muito a visita às termas que ficam mais ou menos a uma hora e meia de carro, boa parte nas margens do Lago Villarrica, passando pelos hotéis e mansões ocupadas pelos chilenos no verão. Entre elas, as consideradas mais bonitas são as Termas Geométricas, com toda justiça. Um conjunto de passarelas vermelhas leva a uma cachoeira e várias piscinas pelo caminho que recebem as águas saídas da terra com 90ºC, aquecidas pelo vulcão. Graças à mistura com a água do rio, formado pelo degelo, a temperatura das piscinas fica em torno dos 40ºC.

O visitante pode escolher qualquer uma das piscinas. Ao lado de cada uma delas, pequenos vestiários com armários para as roupas e banheiros dão mais comodidade. Na entrada principal os turistas recebem toalhas que são deixadas no mesmo lugar na saída. Ainda contam com uma área abrigada do frio e aquecida por uma lareira que fica no centro de um salão cercado de vidro e com um balcão com opções de pequenas refeições, bebidas e chá. Todo o programa faz perceber que mergulhar em águas bem quentes cercado pelo frio intenso e neve em alguns pontos é mesmo uma experiência para se guardar para sempre.

Para quem gosta de jogar, a opção da cidade é o cassino Enjoy Pucón, cujo restaurante, o internacional Amura Trattoria, só funciona à noite. O complexo, que ainda tem uma agenda frequente de shows, fica às margens do Lago Pucón.

De volta à cidade, a maioria dos restaurantes fica na Rua Fresia, o que facilita na hora de escolher entre uma parrillada ou uma pizza. O povo é amistoso. Os moradores adoram conversar para tentar aprender algumas palavras em português, já que a cada o inverno o número de turistas brasileiros cresce na cidade e saber o idioma dos clientes é fundamental para quem vive do turismo local.

Crianças se divertem nas pistas de Pucón, no Chile/ Foto de Alexandre Cassiano

Quem se prepara para enfrentar as pistas consegue com facilidade alugar roupas ou qualquer equipamento para esqui ou snowboard tanto na cidade quanto na própria estação de esqui. Já devidamente equipado, você inicia as aulas com um dos vários instrutores logo depois de subir no teleférico e chegar ao Café. A construção fica no meio das várias pistas de diferentes níveis de dificuldade que existem na estação e onde se pode sentar ao ar livre, em um deque enorme, ou abrigado do frio, e comer sanduíches, que vêm acompanhados de batata frita e refrigerante vendidos na lanchonete que divide o espaço com um bar e várias mesas, com uma linda vista para o Lago Villarrica. Toda área é monitorada por uma equipe de resgate que fica espalhada pela montanha e está sempre atenta a todos os visitantes.

SERVIÇO

COMO CHEGAR

Portillo:Fica a 163 km de Santiago. O transfer do aeroporto de Santiago ao resort (ida e volta) custa R$ 185 por pessoa ou R$ 605 (1 a 4 passageiros). Reserva: traslados@skiportillo.com

Chillán: De Santiago a Chillán, pelo trem TerraSur, por volta de R$ 50. De avião, pega-se um voo de Santiago a Concepción e um transfer de lá à Chillán, por R$ 120.

Pucón: Há voos de Santiago a Temuco, de onde se faz o percurso de 100 km de ônibus até Pucón por empresas como a Buses Jac ( jac.cl ), com passagens por R$ 15 (ida e volta). Da capital até lá são 780 km e a passagem custa R$ 65 (ida e volta).

ONDE FICAR

Portillo

Hotel Portillo: Sete noites, passes de esqui, refeições por R$ 3.850 por pessoa (a partir de 30 de julho e mês de agosto). skiportillo.com

Chillán

Gran Hotel: Sete noites por R$ 2.120 por pessoa (meia-pensão). Camino a Termas de Chillán, km 78. Pinto. Tel. 56 (42) 434-200. termaschillan.cl

Nevados de Chillán: Diária a R$ 270 por pessoa (meia-pensão). Camino Termas de Chillán, km 80, Pinto. Tel. 56 (42) 206-100. nevadosdechillan.com

Pirimahuida: Em Las Trancas, a meia hora das pistas. Sete noites por R$ 1.220 por pessoa (meia-pensão). Camino a Termas de Chillán, km 18. Tel. 56 (42) 434-200. termaschillan.cl

Pucón

Hotel Antumalal: Diárias a R$ 368 (casal com café da manhã). Km 2. Camino Pucón-Villarica. Tel. (56) 45-44-1011. antumalal.com

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/viagem/mat/2011/07/27/driblando-vulcao-estacoes-de-inverno-do-chile-oferecem-pistas-perfeitas-banhos-termais-924990991.asp#ixzz1TbxC98eb

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Um dia épico de neve fofa

 

Imenso lago salgado e Montanhas Rochosas, que barram ventos do Pacífico, ajudam a formar o que seria a melhor neve do mundo. Por essa e outras razões, Park City, nos EUA, é um dos lugares preferidos dos brasileiros

Deborah Giannini

Com o mapa dos Estados Unidos estampado na gravata colorida, o piloto da American Airlines, de cabelos completamente brancos e mais de 30 anos de voo, aparece no corredor do avião. Pega o microfone, normalmente utilizado pelas aeromoças, e anuncia: "Neste avião, temos o prazer de levar a bordo um passageiro que comemora um milhão de milhas. E também 20 anos de casamento. Ele e sua esposa viajam conosco. Parabéns!".

O clima amigável criado por Mike a 20 mil pés e 30 minutos da aterrissagem, quando os cumes cobertos de neve começavam a despontar na janela, era um prenúncio da atmosfera que prevaleceria no destino da viagem. Park City, a 35 minutos de carro do aeroporto internacional de Salt Lake City, é uma pequena cidade do oeste americano, cercada pelas Montanhas Rochosas (nome da cordilheira), considerada a mais liberal do ultraconservador Estado de Utah (onde George W. Bush conseguiu sua maior vitória na reeleição em 2005). Nesta época do ano, atrai turistas do mundo inteiro, principalmente brasileiros, segundo maior público, de acordo com estatísticas do governo (o primeiro seria o inglês). A razão, além do calor humano de seus anfitriões, seria uma combinação de fatores, começando pela qualidade da neve. A presença de paredões rochosos com 3 mil m de altitude, que barram as correntes frias do Pacífico, e de um imenso lago salgado, que absorve a umidade do ar, resulta em uma neve extremamente fofa, ou powder, como os esquiadores costumam falar. Tão seca e fina que chega a desmanchar como pó no ar. Perfeita, tanto para andar quanto para cair de esqui.


As estações de esqui na cidade de Park City foram construídas ao longo das Montanhas Rochosas em um trecho batizado pelos índios de Wasatch, que significa "passagem da montanha". O esqui começou a ser praticado sobre as Wasatch na década de 1960, quando aficionados pelo esporte se aproveitaram das instalações - os chamados shaft elevators - deixadas por antigos mineiros para chegar ao topo das montanhas. Park City floresceu no final do século XIX como um importante polo de extração da prata. Chegou a ter 10 mil habitantes (hoje tem 8 mil). Mas, com o fim da exploração do metal, o lugar entrou em decadência e chegou a ser registrado pelo governo do Estado como "cidade fantasma", na década de 1950, até os esquiadores chegarem. Em 1963, inauguraram a primeira estação de esqui: Treasure Mountain (Montanha do Tesouro), que mais tarde passaria a se chamar Park City.


As residências - todas de madeira - que haviam sido erguidas pelos mineiros nos anos 1860 foram restauradas e pintadas de diferentes cores (do azul bebê ao bordô), ganhando aspecto de casas de boneca. Hoje, essa região de Park City é chamada de Old Town. Para dar mais charme à cidade, um ônibus disfarçado de bonde (com a mesma "cara" dos trolleys de São Francisco) circula pelos arredores da Main Street, a rua principal onde estão os restaurantes mais badalados, galerias de arte e o teatro que abriga o Sundance, o mais importante festival de cinema independente do mundo, do ator e diretor Robert Redford - que também é dono de uma estação de esqui e restaurante de mesmo nome. Neste ano, o evento deve acontecer entre 20 e 30 de janeiro.


Incomum para regiões de estação de esqui, Park City dispõe de muitas opções de entretenimento - o que seria mais um item de sedução para os turistas brasileiros. Além de casas noturnas - como a Downstairs, que entre seu casting de DJs está a compositora britânica Samantha Ronson, namorada da polêmica atriz Lindsay Lohan -, e o bar No Name, típica atmosfera americana do Velho Oeste "revisitada", há galerias, museus e livrarias. No melhor estilo das bookstores nova-iorquinas, a Dolly chama a atenção pelo ambiente aconchegante e pela variedade de títulos, que vão de literatura regional e mundial a livros de arte e turismo (há uma área reservada só para eles). Outros pontos de atração dessa livraria são os eventos com autores e os chocolates oferecidos na recepção, "exportados" da loja ao lado, do mesmo dono, a Rocky Mountain, conhecida fábrica de chocolate da região.


Outra tentação para brasileiros em férias - que são conhecidos em Park City pelo gosto que possuem pelas compras - é o Tanger Outlet, um centro comercial com ponta de estoque de 60 grandes marcas, entre elas Nike, Gap, Ralph Lauren e Calvin Klein. As ofertas costumam ser generosas, como tênis da Nike por 40 dólares e camisetas da Gap por 0,97 centavos. Para quem prefere gastar os dólares com eletrônicos, o endereço é outro: Redstone. O centro comercial comporta a loja Best By, a preferida dos amantes de tecnologia.


Buraco da glória

Embora as distrações sejam muitas, a maior concorrente dos prazeres do consumo, da gula e da embriaguez é a neve. Tida como a melhor do mundo para a prática de esportes de inverno pela revista norte-americana Ski Magazine, ela pode ser desfrutada em três estações, cada uma com sua peculiaridade.


Park City, a estação que leva o nome da cidade, é a mais democrática e tem fama de familiar. Aceita esquiadores e snowboarders e conta com uma grande quantidade de pistas azuis, nomenclatura utilizada para indicar grau intermediário de dificuldade. As pistas com sinalização azul apresentam inclinação moderada e apenas alguns trechos mais íngremes. Para quem quer um pouco mais de emoção, há as "duplas azuis". As pistas nos Estados Unidos são classificadas como verde (iniciante), azul (intermediário) e preta (avançado). Há também as duplas pretas. Já na Europa e na América Latina, existe ainda a vermelha, com grau de dificuldade entre a azul e a preta.


O interessante nessa estação é que há restaurantes entre as pistas que ficam na intersecção entre uma azul e uma preta, por exemplo, permitindo, portanto que pessoas de níveis diferentes se encontrem para um chocolate quente ou uma cerveja. Detalhe: desde julho de 2009, o antigo sistema de clube privativo e requisitos especiais para o consumo de bebidas alcoólicas no Estado de Utah, fundado por mórmons, foram eliminados. Hoje, o consumo é permitido a todas as pessoas maiores de 21 anos.


Os nomes das pistas costumam ser curiosos: Payday (dia de pagamento) trata-se de uma pista azul; já Glory Hole (buraco da glória) é uma preta.
Diferentemente da estação Park City, Deer Valley é exclusiva para esquiadores. Snowboarders não entram. "A razão dessa exclusividade é manter a atmosfera do esqui", diz Marilyn Smith Stinson, gerente internacional de turismo e viagem do resort. Ela conta que um dos argumentos que sustentam essa exclusividade está relacionado ao barulho das pranchas de snowboard. "O contato da prancha com a neve faz um ruído muito alto comparado com os esquis", afirma. O silêncio é uma das principais características das estações, em geral. Com ou sem a presença de snowboarders.


A rixa entre as duas "tribos" (se é que podem ser chamadas assim) existe desde o surgimento do snowboard, no final dos anos 1960 nos Estados Unidos - na época, o esporte era chamado de snurfing, contração das palavras snow e surfing (algo como "surfe na neve"). Devido ao maior contato com o solo, o snowboard requer roupas mais resistentes, portanto mais largas e rústicas. Já o esqui, com menos contato, permite um vestuário mais elegante. Mas a distinção entre os dois esportes não se limita às vestimentas; é uma questão quase filosófica. O esqui, por sua sólida história - foi reconhecido como esporte no final do século XIX, embora haja indícios de que seja praticado há mais de quatro mil anos -, teria um perfil mais aristocrático e conservador. Já o jovem snowboard, com origem em esportes tidos como marginais nos anos 1970, como o surfe e o skate, seria mais informal e liberal.
Embora ou talvez por causa dessa exclusividade - não se sabe ao certo -, Deer Valley foi eleita pelo segundo ano consecutivo a melhor estação do mundo pela Ski Magazine. O motivo de tanto prestígio seria o conjunto da obra: lifts (teleféricos) que levam do hotel ao topo da montanha, inclusive a pistas para iniciantes, pratos de alta gastronomia elaborados por chefs de renome internacional em restaurantes do próprio resort e equipe de funcionários (de instrutores de esqui a recepcionistas) que conseguem resolver todos os problemas (em suas respectivas áreas), de acordo com a revista. Além disso, o resort conta com hotéis e condomínios de luxo "pé na neve". O que significa ter lifts à porta de casa e vista para a imensidão branca.


Já no The Canyons, terceira estação de esqui da cidade, há lifts que levam o esquiador - ou o snowboarder, aqui bem-vindo - diretamente do estacionamento ao topo da montanha. Mas a grande novidade, inaugurada nesta temporada, é a orange-bubbled lift, cadeirinhas cobertas - ou seja, com proteção contra vento e neve - com assento aquecido, primeiras da América do Norte. O orange refere-se à sua cor, laranja, que pode ser vista de longe, muito longe.

Ligado a essa estação está o Waldorf Astoria, o mítico hotel norte-americano que abriu neste inverno sua filial em Park City (apesar de a estação ainda estar fechada nas primeiras semanas da temporada, o hotel já contava com um grande número de hóspedes. O Waldorf Astoria - que em sua matriz em Nova York é conhecido por receber astros de Hollywood e líderes mundiais - pode ser um "programa de domingo" para turistas na cidade. O restaurante Spruce, do hotel, oferece um sofisticado brunch (35 dólares por pessoa) e dispõe de um SPA com diversos tipos de massagens, muito procurado no day after - dia seguinte ao esqui, quando o corpo todo dói.


Onda verde

A comunicação entre as três diferentes estações de esqui de Park City é feita por meio de um ônibus gratuito e ecologicamente correto - movido a biodiesel. A mentalidade "verde" predomina no local. Os lifts são movidos a energia limpa (eólica) e as máquinas de neve - segundo Deborah Lewis, diretora dos serviços para o turista de Park City, equipamentos que contribuem para colocar "mais cobertura no bolo" - utilizam água reaproveitada.


O centro olímpico - os Jogos de Inverno foram realizados em 2002 na cidade - fica um pouco afastado da Old Town, a cerca de 20 minutos da Main Street, pois as instalações foram construídas em terrenos cedidos pelo governo. A Olimpíada de Inverno deixou um belo legado: o museu do esqui, totalmente interativo, onde é possível entender as modalidades por meio de máquinas de pinball e sentir a adrenalina de descer pirambeiras em vídeo projetado em uma grande tela, e a pista de bobsled, esporte em que quatro pessoas percorrem dentro de uma espécie de trenó uma estreita pista de gelo em alta velocidade. Na temporada de férias (dezembro a março), a pista fica aberta ao público. Isso significa que por cerca de 200 dólares dá para ser uma dessas quatro pessoas - e passar por uma experiência olímpica. A diversão - 1.500 m de pista percorridos a 120 km/h - dura 60 segundos.


Muita neve, pouco frio

Para aproveitar a abundante neve de Park City, que geralmente não vem acompanhada de vento (a média da temperatura fica entre 2 ºC e 0 ºC, o que é considerada razoável para esquiar), há muitas alternativas de diversão ao ar livre, como ringue de patinação sobre lago congelado, montanha russa ao longo da montanha nevada e snowtubbing, espécie de tobogã. Mas quem já tomou gosto pelo esqui e ou pelo snowboard e não pretende sair das pistas deve reservar energia, pois algumas delas ficam abertas até as 21 horas. A atmosfera remete às noites iluminadas de surfe no Arpoador.


Pode parecer exagero, mas a maioria que se arrisca pelo esporte tende a se tornar adicto. Prova disso são alguns personagens que povoam as montanhas de Park City, como George Sees. Conhecido como Jr. ou Sundance, ele faz um trabalho voluntário como guia de montanha - aquele que leva esquiadores e snowboarders de nível avançado para conhecer as melhores pistas - desde que se aposentou. Hoje com 64 anos, Jr., que nasceu em Budapeste (Hungria) e se naturalizou americano, era piloto de avião e atuou na Guerra do Vietnã. "Eu pilotava um caça F-4 Phantom a partir de um porta-aviões. Foi uma experiência como nenhuma outra que já tive, nem antes nem depois da guerra", diz. Ele conta que escolheu fazer um trabalho voluntário em Park City porque gosta de viver nas montanhas. "Este é meu terceiro ano. Adoro esquiar aqui", afirma. Assim como Jr., "sir" Stein Eriksen também pode ser visto nas colinas de Wasatch. Atual diretor de esqui de Deer Valley, Eriksen é uma lenda do esporte, considerado o pai do esqui livre (acrobático). Aos 83 anos, o medalhista de ouro olímpico esquia por prazer. Em Park City, não é preciso muito para usar a expressão, comum entre esquiadores e snowboarders, de que "o dia foi épico". Mesmo se não houver a tão esperada neve fofa.


Deborah Giannini viajou a convite da American Airlines SkiClub

Fonte: http://www.revistabrasileiros.com.br/edicoes/42/textos/1349/

domingo, 23 de agosto de 2009

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Oito estações de esqui para ninguém ficar de fora do inverno sul-americano

 

Destinos de inverno no Chile e na Argentina são perfeitos para esquiar, se divertir e comer muito bem


Teleféricos modernos levam até o topo das montanhas em Bariloche
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Bariloche, na Argentina, tem belíssimas vistas
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Ushuaia, na Argentina, é a estação de esqui mais ao sul do mundo
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Modernos meios de elevação estão disponíveis em Ushuaia, na Argentina
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Pucón, no Chile, tem estação de esqui na escosta de um vulcão
Foto: Divulgação

Na estação de esqui chilena de Pucón, esportes radicais e boa mesa
Foto: Divulgação

Cachorros são uma das atrações de Portillo, no Chile
Foto: Divulgação

Portillo, no Chile, tem até piscina com vista para os Andes
Foto: Divulgação

O heli-esqui pode ser praticado na estação chilena de Valle Nevado
Foto: Divulgação

Valle Nevado, no Chile, tem esqui, praticidade e a melhor vista dos Andes
Foto: Divulgação

Reconhecida internacionalmente, Las Leñas, na Argentina, é uma das estações de esqui mais procuradas do país
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Com neve de alta qualidade e uma das noites mais agitadas, o centro de esqui argentino de Las Leñas é um dos destaques do inverno sul-americano
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Chapelco é uma das mais tranqüilas e seguras estações de esqui da Argentina
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Localizado em San Martín de Los Andes, o centro de esqui de Chapelco, na Argentina, tem ótima estrutura e é um dos mais sossegados da América do Sul
Foto: Secretaria de Turismo da Argentina

Chillán, no Chile, tem águas termais e a pista mais longa da América do Sul
Foto: Divulgação

Relaxar e repor as energias é uma das opções em Termas de Chillán, no Chile
Foto: Divulgação